• Uma marca
    com história

    Era uma vez um creme vegetal que inspirou esta história.

    • E a história tanto pode começar do presente para o passado como do passado para o presente. Siga a sua inspiração, essa nascente de futuro.
  • 2015

    Lançamento de Vaqueiro Sabor a Manteiga.

    • Março
      Ideal não só para bolos mas também para todo o tipo de pratos. É um Creme Vegetal para cozinhar com sabor e aroma a manteiga que pela sua textura torna tudo ainda mais apetitoso.

    Nova Embalagem de Vaqueiro Líquida

    • Agosto
      Porque com Vaqueiro é sempre outro sabor e gostamos de inovar mudámos a embalagem de Vaqueiro Líquida.
  • 2014

    Vaqueiro vira as suas ideias para Bolos.

    • Apetitosos, fáceis de fazer e que tornam a sua cozinha num lugar acolhedor e feliz. Procurámos centrar-nos em soluções que tornem os bolos com um sabor único e cheirosos.
  • 2013

    Em 2013 voltámos a mudar para melhor.

    • Em 2013, indo ao encontro do que os consumidores esperam de uma marca histórica e líder como é Vaqueiro, voltámos a mudar para melhor. O visual das embalagens de 1k, 250g e 500g passou a transmitir ainda mais modernidade e prazer à mesa. Porque é na mesa, no prato e na boca que se descobre o que só uma excelente margarina consegue fazer pela qualidade das refeições.
  • 2010

    E continuaram sempre a inovar.

    • Em 2011, Vaqueiro celebrou 85 anos de presença diária na cozinha e mesa dos portugueses. É uma bela e saborosíssima história que pode ser consultada nesta página. Contamos ficar outros tantos, pelo menos, sempre a acompanhar os mais variados pratos que nos alimentam o corpo e o espírito. Um espírito que celebra os prazeres da mesa, da saúde e do convívio. Em suma, um espírito inspirado e inspirador.
    • Como prova suprema do que acabamos de dizer temos o lançamento da nova gama Vaqueiro Sabores em 2012. Trata-se de quatro novas variedades da margarina Vaqueiro com temperos especiais para as refeições de carne: Vaqueiro ideal para Bifes, com Alho e 3 Pimentas, Vaqueiro ideal para Aves, com tomilho, limão e alho, Vaqueiro ideal para Porco, com alho, pimentão, louro e alecrim e Vaqueiro ideal para arroz, massas e com (muito mais) Alho.
    • Sendo os pratos com carne aqueles que recolhem o favoritismo da enorme maioria dos portugueses, a Vaqueiro agora oferece uma forma de simplificar e tornar mais rápida a sua preparação. E este talvez nem seja o principal benefício, pois a verdade é a de que as diferentes carnes e seus acompanhamentos tenham aquele gostinho especial que faz com que as travessas fiquem vazias muito rapidamente e ainda haja gulosos pedidos para repetir essas maravilhas gastronómicas outra e outra vez.
    • Por fim, mas igualmente importante, oferecemos aos nossos milhões de clientes a possibilidade de começar o dia, fazer um lanche ou terminar o dia com Vaqueiro em cima de um pão fresquíssimo ou acabado de barrar. Vaqueiro para barrar, na sua aparente simplicidade, quase óbvia necessidade, representa a atenção e cuidado com que nos apresentamos perante os portugueses. É para eles que trabalhamos, é para eles que inovamos, é para ti e para a tua cozinha que existimos.
  • 2000

    Mas nunca deixaram de se divertir.

    • No século XXI, Vaqueiro continua a alimentar a sua imaginação e para além da bíblia de cozinha Cullinarium – numa edição renovada, dada a sua popularidade - lança também o novo livro Cozinha Rápida - Receitas prontas em menos de 30 minutos. Para os mais céticos, este mostrava que com uma pitada de inspiração e um pouco de magia, era possível criar em pouco tempo pratos únicos e deliciosos na cozinha.
    • No mesmo propósito de disponibilizar conhecimentos e sugestões criativas para o público, foram lançados os livros Receitas Rápidas em 30 minutos, ABcozinha, Receitas para Impressionar, Receitas Rápidas e Entre Amigos. O resultado foi o esperado: enorme agrado com uma coleção que tanto se queria adquirir para ter em casa como para oferecer à família e amigos.
    • Vaqueiro com Cebola veio mais tarde a dar origem a Vaqueiro Refogado, e também veio a revelar-se uma preciosa ajuda. Mais do que uma base de sabor, foi a base de inspiração para muitas experiências na cozinha que se fizeram por aí. Ao longo dos anos, porém, os hábitos alimentares dos portugueses foram-se alterando, pelo que descontinuámos este produto.
    • Porque havia coisas que faziam mais sentido juntas e para que toda a sua criatividade não ficasse sozinha na cozinha, Vaqueiro com Azeite juntou o melhor da margarina com o melhor do azeite.
    • No novo milénio, como não podia deixar de ser, Vaqueiro continuou a estar em forma. Uma dessas inovações foi a Vaqueiro Light. Com menos 30% de gordura, era um argumento de peso na cozinha moderna. A crescente oferta de produtos light noutras categorias de consumo reduziu a importância desta opção, levando à interrupção da sua comercialização.
    • Outro dos nossos grandes, e mais apreciados, lançamentos foi a Vaqueiro Especial para Bolos. Trata-se de uma edição sazonal que entra na cozinha dos portugueses por altura do Natal. Num país de orgulhosa tradição na pastelaria e doçaria, esta Vaqueiro estava destinada a ser um adorado sucesso que não para de aumentar.
    • Hoje, cada vez mais e mais pessoas continuam e entrar no espírito e a gostar de inventar na cozinha. E se tiver mais de 9 e menos de 99 anos, até já se pode inscrever, desde 2004, nos cada vez mais famosos e divertidos Cursos Vaqueiro.

    2000

  • 1990

    Eles souberam esperar, arriscar.

    • Em 1994, e a par da diversificação da sua gama de produtos, a FIMA lança a Revista SABERES & SABORES, resultado do acumular de saber culinário do Instituto Culinário Vaqueiro. Mais do que um conjunto de receitas mensais para o seu dia-a-dia, tornou-se um guia de inspiração que ajudou muito boa gente a descobrir, de forma simples e divertida, toda a arte da experimentação na cozinha.
    • Falando nisso, a década de 90 foi dada a muitas experiências:

      Além da Vaqueiro Clássica disponível em embalagens de 250g e 500g que nos habituámos a ver na cozinha consoante as portuguesas estavam mais ou menos inspiradas, seguiram-se-lhe muitas outras.
    • As Bases Culinárias Vaqueiro mexeram definitivamente com os molhos na cozinha, ao mesmo tempo que é lançada no mercado a primeira margarina líquida: Vaqueiro Culiness.
    • Como muita gente queria acompanhar de perto as suas experiências na cozinha, só faltava quem inventasse uma margarina que já vem derretida e não espirra. Anos mais tarde, viríamos a alterar o seu nome para Vaqueiro Líquida, de modo a ser ainda mais evidente o seu benefício.
    • Vaqueiro Alho com sal, pimenta e louro, tornava a cozinha muito mais fácil, enquanto Vaqueiro com Cebola deixava toda a gente a chorar por mais.
    • Para quem não estava com meias medidas e não gostava de perder tempo, Vaqueiro Barras veio permitir que as donas de casas pudessem usar e abusar da imaginação.
  • 1970/80

    Eles não tiveram regras nem usaram sempre a mesma receita.

    • Passando à frente, nos anos 70 Vaqueiro continua a deixar tudo mais apetitoso e, depois de passar incólume o 25 de Abril, nos anos 80 Vaqueiro lança-se com a mesma força de sempre e publica o Livro de Receitas Básicas Vaqueiro para a cozinha do dia-a-dia.
    • E as portuguesas não tiveram medo. Começaram a experimentar, a misturar e a inventar. Começaram a não ter regras e a não usar sempre a mesma receita. A este livro, seguem-se-lhe mais 6 títulos, o último dos quais em 1998, cuja popularidade supera todas as expectativas.
    • Com mais de 2 milhões e meio de exemplares vendidos até hoje, tornou-se no primeiro best-seller de cozinha. Como Maria de Lourdes Gonçalves dizia e muito bem em 1970, "Vaqueiro é a amiga, sempre pronta a ajudar e a aconselhar a dona de casa nas múltiplas dificuldades que esta encontra na cozinha de todos os dias".
    • Mal sabia ela que este papel inspirador se iria manter até aos dias de hoje, fruto de um processo de melhoria contínuo, tendo sempre sabido responder às necessidades das suas consumidoras.
    • Entretanto, Vaqueiro continuava a inventar e, da simples batata frita à exigente e delicada patanisca, já havia quem perguntasse se um litro de Óleo Vaqueiro chegava para tanta imaginação.
  • 1960

    Eles exageraram, eles deixaram-se levar.

    • Um pequeno aparte, para dizer que, em 1964, surge pela primeira vez a concorrência. Houve quem tentasse o mesmo êxito de Vaqueiro, mas, para a maior parte, a receita não resultou. Para a história, o que fica é que Vaqueiro se consolidou como líder incontestada no mercado nacional, lugar aliás que ocupa ainda hoje, e, uma vez que nisto da cozinha não há tempo a perder, não nos vamos demorar mais sobre este assunto.

    1960

  • 1950

    Eles tentaram e voltaram a tentar.

    • Voltando à nossa história, nos anos 50 Vaqueiro registou um grande crescimento e dinamização. Através dos meios de comunicação como jornais, revistas e rádio, já chegava a toda a gente - incluindo à televisão, em 1956, através do popular programa “Segredos de Cozinha”. Popular na altura, é natural que já poucos se lembrem.
    • Por esta altura, o espírito de invenção Vaqueiro fervilhava, mas, como se compreende, não havia muitos livros de receitas e as donas de casa tinham de se inspirar de alguma maneira. É então que o Instituto de Culinária Vaqueiro é criado, sendo decisivo para divulgar produtos, trocar receitas e discutir métodos de utilização da margarina, aproximando ainda mais as consumidoras da altura.
    • Cedo se percebeu que os olhos também comem, e a primeira publicação Vaqueiro "O meu livro de pastelaria" derrete muitos corações. Empenhado num estudo profundo dos hábitos alimentares e das necessidades culinárias em Portugal, organizavam-se então os saudosos Encontros de Culinária e Cursos de Cozinha em cinemas lotados pelo apetite e curiosidade das nossas avós.
  • 1930/40

    Eles experimentaram, eles misturaram, eles inventaram.

    • Por razões que não interessam agora para a história, diversos acontecimentos que culminaram com a 2ª Guerra Mundial fizeram com que a relação de Portugal com a Holanda azedasse um bocado e a importação de Vaqueiro torna-se inviável.
    • Recorrendo a uma boa dose de imaginação - palavra que aparecerá muitas vezes escrita daqui em diante - decide-se então optar pela produção nacional da Cowherd Vaqueiro na fábrica FIMA. Até o Presidente da República da altura ajuda a pôr a mão na massa e aparece para inaugurar a fábrica.
  • 1926

    Eles não tiveram medo.

    • Lisboa, 31 de Dezembro de 1926. Depois de muitos testes e análises, a marca Vaqueiro nasceu e assim foi formalmente registada e licenciada, nesse último e histórico dia do ano. Corria então o ano de 1926, quando os Estabelecimentos Jerónimo Martins & Filho introduzem no mercado português a primeira margarina importada da Holanda, a Cowherd Vaqueiro. Nesta altura, a margarina era uma boa alternativa para fazer face às dificuldades económicas da população e proporcionava um abastecimento regular e independente da produção de gorduras animais.
    • Por incrível que nos pareça, as pessoas nesta época utilizavam manteiga e banha para cozinhar. Bom, mas seguindo em frente, dizíamos nós que, apesar do lançamento da Vaqueiro lhe ser favorável, o desconhecimento e desconfiança sobre este novo produto fez surgir a necessidade de divulgar e demonstrar as potencialidades de Vaqueiro porta a porta. Uma vez que o email estava na altura fora de questão, recorreu-se a um grupo de caixeiros e caixeiras viajantes, os quais, pela sua simpatia, conquistaram rapidamente os comerciantes e as nossas bisavós e avós, explicando in loco a utilização e vantagens da margarina Vaqueiro em detrimento das gorduras tradicionais.

    1926

  • Moral da História

    Há quase 90 anos que a nossa história faz parte da sua.

    • Desde que a bisavó se sentou à frente do seu velhinho fogão a lenha, até à bisneta que hoje se senta em frente ao seu computador no website Vaqueiro, muita coisa mudou. Mas a margarina que inspirou esta história há-de continuar a ter muitas mais para contar.