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O que é?

Este bivalve merece atenções culinárias próprias e sensatez na sua aquisição e preparação. Merece tanta atenção que existe um jornal dedicado unicamente ao tema das ostras chamado “l’Ostréiculteur Français” que já vai no seu número 135 e diversos concursos de provas de ostra como o famoso “l’Huitre d’Or de Bretagne” onde provadores especializados elegem as melhores ostras.

Ao comprar ostras há qque verificar a sua origem e reparar se esta reage à pressão dos dedos. Se ao deslocar as conchas, elas se fecharem com firmeza é porque estão vivas. A carne interior deve ser consistente. Não deve apresentar aspecto leitoso, fino ou demasiado aguado. Por último, o cheiro deve ser a maresia mas nunca sulfuroso.

As ostras maiores nem sempre são as mais saborosas e as ostras de inverno são geralmente mais saborosas do que as de Verão.

Vamos agora ao petisco. Para os apreciadores a ostra consome-se crua e no máximo dos máximos com um pingo de limão. Para se abrirem a faca (existem facas especiais para o efeito) deve começar na zona mais estreita e elevada da concha cortando primeiro o músculo e só depois ir para a zona mais plana. Não arruines uma noite especial com um golpe de faca mal dado.... a menos que tenha um médico por perto.